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jun

Oie gente! Esse é o nosso último post da passagem por Lisboa. Se você perdeu os dois primeiros acesse aqui e aqui.  No próximo post visitaremos, Sintra, Cascais e mais alguns pontos super legais! Fique de olho.

Terminamos nosso último post falando dos deliciosos pastéis de Belém. Já da até água na boca. Logo depois, visitamos a Torre de Belém.

Torre de Belém

A Torre de Belém ou Torre de São Vicente foi construída no século XVI às margens do famoso Rio Tejo. Ali ela funcionava como fortaleza, contando com vários tipos de artilharia medieval.

Originalmente a torre ficava em uma base de pedras em meio ao rio, hoje já está integrada à Praia de Belém. Com o tempo, foi deixando de ser uma fortaleza e passou por transformações que fizeram dela um posto aduaneiro, farol e até masmorra para presos políticos. Hoje, é considerada patrimônio mundial pela UNESCO e é um dos símbolos de Portugal.

Como edificação, é um belo exemplar da transição do estilo arquitetônico medieval ao estilo manuelino, cujo nome vem do rei D. Manuel I, o mais importante dos reis portugueses, grande responsável pela expansão marítima em Portugal na Era dos Descobrimentos. Como marco histórico, foi dali que partiram os grandes navegadores portugueses em busca de novas rotas marítimas – Vasco da Gama até a Índia e Pedro Álvares Cabral até o Brasil, entre outros.

Monumento aos Descobrimentos

O Padrão dos Descobrimentos (ou Monumento aos Descobrimentos; ou Monumento aos Navegantes) localiza-se na freguesia de Belém, na cidade e Distrito de Lisboa, em Portugal. A concepção arquitetônicaé de Cottinelli Telmo e as esculturas são de Leopoldo de Almeida.

Em posição destacada na margem direita do rio Tejo, o monumento original, em materiais perecíveis, foi erguido em 1940 por ocasião da Exposição do Mundo Português para homenagear as figuras históricas envolvidas nos Descobrimentos portugueses. A réplica atual, em betão e pedra, é posterior, tendo sido inaugurada em 1960.

 

Esse foi o último ponto do nosso city tour por Lisboa. Conhecemos os pontos principais e ficamos sabendo um pouco mais dessa cidade linda que deve ser visitada, Na parte da tarde, fomos em metrô, que conecta super bem toda a cidade até o Parque das Nações.

Parque das Nações

O Parque das Nações é a zona mais oriental da cidade de Lisboa. É uma das zonas mais recentes e foi totalmente construído para a grande exposição da Expo 98. Hoje em dia, o Parque das Nações para além de ser uma das maiores zonas habitacionais da cidade, é também um dos locais ideais para passear, aprofundar o nosso conhecimento, jantar fora, fazer compras, praticar esportes e sobretudo apreciar a arte urbana em toda a sua envolvente.

O Portal das Nações, é um site bastante intuitivo que nos dá a conhecer todas as atrações do Parque bem como a maioria dos cafés, restaurantes, jardins e serviços disponíveis na zona.

Teleférico ou Telecabine

Inaugurado em 1998, o Telecabine de Lisboa, ou Teleférico de Lisboa, é uma das diversões à disposição dos turistas no charmoso Parque das Nações, à beira do Rio Tejo. Outros pontos turísticos famosos estão por ali, como o Oceanário de Lisboa, o Casino de Lisboa , o Pavilhão Atlântico e o Centro Comercial Vasco da Gama.

 

Depois de andar bastante no Parque, fomos conhecer o Mercado da Ribeira.

Mercado da Ribeira

O edifício que hoje abriga o Mercado da Ribeira é do final dos anos 1800 e fica bem em frente ao Cais do Sodré. Inicialmente, ele era apenas um mercado de venda de flores, verduras e frutas. Mas quando o Mercado Abastecedor da Região de Lisboa, o MARL, foi aberto, em 2000, ele acabou perdendo a importância e ficou um pouco abandonado.

A prefeitura de Lisboa, então, realizou um concurso para a reabilitação do mercado. A revista Time Out ganhou e em maio de 2014 abriu parte deste espaço todo revitalizado (a outra parte continua funcionando como um mercado “comum”), colocando o Mercado da Ribeira no mapa de atrações de Lisboa, frequentado por turistas e locais. O lugar é disputadíssimo, diga-se de passagem!

 

As bancas tradicionais de venda de produtos frescos encontram-se no piso térreo, e estão abertas das 6h às 14h. O espaço de restauração, com mesas corridas em estilo cantina, abriu em maio de 2014, e tornou-se um destino gastronômico. Encontra-se no lado poente do edifício, no piso térreo, e funciona todos os dias, das 10h à meia-noite de domingo a quarta-feira, e das 10h às 2h de quinta-feira a sábado.
Mistura bancas de chefs conceituados com várias marcas de produtos nacionais, e a oferta varia entre o marisco, pregos, hambúrgueres, sushi e gelados, entre outras especialidades.  Ao centro estão as bancas das bebidas.

E não pode faltar aqui a foto com os famosos funiculares de Lisboa, não é mesmo?

Funiculares Lisboetas

Inicialmente alimentados por água, os famosos funiculares lisboetas (também chamados de elevadores ou ascensores) são agora movidos a energia elétrica. Continuando assim a ser a maneira mais amiga do ambiente para subir e descer as colinas da cidade. Também já foram castanhos, passando ao amarelo de hoje na década de 1930.
Classificados como monumentos nacionais, a sobrevivência ao tempo deve-se às ruas íngremes da cidade, que os tornam essenciais na vida de muitos lisboetas e turistas. Juntos, estes quatro elevadores transportam cerca de 3,5 milhões de passageiros por ano, gratuitamente para quem tiver o Lisboa Card.

Acabamos de voltar de lá e já deu saudade!

Até semana que vem!

Beto e Victor